
A Prefeitura de Santana dos Garrotes, por meio da Secretaria de Assistência Social, Conselho Tutelar e equipe de Paif, está promovendo a campanha “Gravidez na Adolescência Não é Brincadeira”. A campanha tem o objetivo de chamar a atenção dos adolescentes, seus pais e a comunidade em geral sobre a prevenção dos riscos e das dificuldades de uma gravidez precoce.
A campanha faz parte da I Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência. Vale lembrar que laços familiares fortes e sadios, informação, autoestima saudável e diálogo, são fatores importantes para a prevenção da gravidez precoce.
Nesse sentido, os serviços da Proteção Social, PAIF e Serviço de Convivência e Fortalecimento possam agregar a temática “adolescência e gravidez” em suas programações: oficinas, ações comunitárias, encontros, painéis, rodas de conversas, campanhas, orientações particularizadas, entre outras. Recomenda-se ainda, a realização de ações e articulações intersetoriais, em especial com as áreas de cultura, esporte, saúde e educação tendo em vista a disseminar informações e medidas de prevenção.
Conforme a Secretária de Assistência Social, Cleide Silva pontua que o trabalho de prevenção a gravidez na adolescência é direcionado para meninas na faixa etária de 14 e 15 anos, devido a maior incidência de casos nessas idades. O trabalho, segundo ela, consiste na realização de rodas de conversa, onde as equipes trabalham com estudo de casos, como por exemplo, a situação de um casal em que a adolescente engravida. “O que eles poderiam ter feito para evitar a gravidez e quais os impactos em suas vidas a partir de agora. O resultado é uma reflexão maior e um cuidado maior, com certeza”, ressalta ela.
A gravidez é, comumente, um acontecimento marcante na vida das famílias, particularmente da mulher. Na adolescência, fase por si só de autoafirmação e de transformações físicas, psicológicas e sociais, sob determinadas condições como: desinformação, pobreza, falta de apoio de redes familiares e comunitárias, a gravidez na adolescência pode levar ao abandono da escola, à fragilização ou – no limite - ao rompimento de vínculos familiares.
« Voltar




